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Perdigão e Sadia, agora com BNDES


    Graziella Valenti e Alda do Amaral Rocha, de São Paulo
    27/04/2009
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Com um empurrão do governo, podem levar à criação de uma companhia com receita líquida anual de R$ 22 bilhões

Com um empurrão do governo, Perdigão e Sadia retomaram as conversações que podem levar à criação de uma companhia com receita líquida anual de R$ 22 bilhões. A Sadia seria comprada por sua concorrente por meio de uma troca de ações.

O plano em negociação prevê que o BNDES coloque recursos na Perdigão para capitalizar a companhia resultante, na qual o banco de fomento teria uma participação.

O banco da Sadia, assim como sua corretora, não entrarão na negociação.

A Sadia, com 60 mil funcionários, precisa de uma saída financeira até junho, quando vencem contratos de derivativos que resultaram num prejuízo de R$ 2,6 bilhões.

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