Companhias estrangeiras interessadas em participar da exploração das reservas de petróleo estão ficando apreensivas
Companhias estrangeiras interessadas em participar da exploração das reservas de petróleo na camada pré-sal da Bacia de Santos estão ficando apreensivas com a indefinição do modelo regulatório que o governo brasileiro vai adotar para o desenvolvimento de novos campos. Elas estão preocupadas com os custos elevados dos investimentos que serão necessários para extrair o petróleo do pré-sal e temem que as condições impostas pelo governo para a participação de estrangeiros sejam restritivas a ponto de reduzir seu interesse pelos reservatórios encontrados na área. "O mais importante é assegurar que o novo sistema seja competitivo globalmente", disse ao Valor o executivo que dirige as atividades de exploração de petróleo da Shell nas Américas, Marvin Odum.