Skip Navigation Links


Caro leitor,


O Valor Online tem áreas de acesso restrito. Para continuar sua navegação, é necessário preencher os campos de e-mail e senha abaixo.


Se você é assinante, entre com seu e-mail e senha. 


Login
E-mail:   
Senha:   





Se você é assinante e não se recadastrou
Continue tendo acesso a todo o conteúdo do site: faça seu recadastramento, clicando no botão abaixo e receba por e-mail o login e senha. Tenha em mãos o seu número de contrato de assinatura do Valor Econômico.

Nº de contrato:   


   
 
 
Brasil e mais oito criam barreiras e violam acordo do G-20
Skip Navigation Links

Brasil e mais oito criam barreiras e violam acordo do G-20


    De Washington
    24/04/2009
Texto: A- A+
Share/Save/Bookmark

O Brasil e outros países que fazem parte do G-20 ergueram novas barreiras comerciais nas últimas semanas, apesar dos compromissos que os líderes das principais potências econômicas do mundo assumiram contra o protecionismo na última reunião do grupo, no início do mês.

Levantamento divulgado ontem pelo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, sugere que nove integrantes do grupo violaram o compromisso com um total de 23 medidas anunciadas depois da reunião. Quatro países teriam eliminado barreiras criadas anteriormente.

A maioria das medidas apontadas por Zoellick são tarifas adotadas contra países acusados de praticar dumping ao exportar seus produtos por preços muito inferiores aos praticados no mercado.

O Brasil impôs tarifas antidumping quatro vezes em abril, contra produtos da China, da Rússia, além de outros países asiáticos.

Estados Unidos, União Européia, Japão, Índia e Argentina também criaram restrições semelhantes às importações nas últimas semanas, segundo o Banco Mundial. "Alguns países removeram restrições com uma mão e impuseram novas com a outra", disse Zoellick.

A aplicação de tarifas antidumping é perfeitamente legal, um instrumento previsto pelas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) para coibir práticas comerciais desleais.

Mas seu uso frequente pode obstruir os fluxos de comércio e por isso tem sido visto com preocupação.

Projeções divulgadas nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) sugerem que o comércio mundial sofrerá uma contração de 11% neste ano e ficará praticamente estagnado no próximo, com crescimento de apenas 0,6%. Na avaliação do Fundo, a retração do comércio ameaça prolongar a recessão que a economia mundial atravessa.

Zoellick disse temer que a imposição de novas barreiras comerciais contribua para agravar a crise e atrasar a recuperação da economia. "Você com certeza quer fazer tudo que puder para evitar choques negativos", afirmou. (RB)

Finanças:

 

LINKS RÁPIDOS

SERVIÇOS

Hospedado por




Infraestrutura | Servidores Dedicados | Colocation
Projetos Especiais | Serviços Adicionais

Copyright Valor Econômico S.A. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Valor Econômico S.A.